Conservar a memória dos ente queridos na reflexão do pastor Milton Pereira
Hoje, 02 de novembro, nos traz a memória dos ente queridos que já dormem na eternidade. Ao tempo que trago para essa reflexão I Tessalonicenses cap.4, verso 13, onde Paulo inclui no sistema doutrinário essas palavras que diz "Não quero irmãos que sejais ignorantes acerca dos que já dormem para que não vos entristeçais como os demais que não tem esperança". Quero destacar aqui na observação dessa palavra é que Paulo já via muita gente que entristecia sem ter esperança, aquela tristeza, talvez ocasionada pelo sentimento de culpa, que não somaria nada para o proveito, nem dos que estão em vida, bem como os que já dormem.
Por isso, é que Paulo faz essa observação, que a esperança sabe se portar com o conteúdo, cito dois pontos interessantes para o fortalecimento da expectativa. Primeiro é a convivência com alguém que você pode tirar exemplo de vida, onde as melhores recomendações de sua parte, e que você tenha uma certeza que aquela pessoa fez o bem para você. Então, nesse caso , é um tipo de memória ajuda bastante, tanto aos parentes, como também aos conhecidos. Pois como é que uma pessoa vai desenvolver uma memória sobre aqueles não conhece? Que não teve convivência? Pois é uma convivência assertiva que deixa legado para os descendentes, os contemporâneos .
Por tanto, eu creio que Paulo se esforçava muito para entender esse mistério, de como transmitir uma palavra, dessa maneira, aos que viam seus ente queridos partirem à eternidade.
Creio que não há nenhuma restrição na observação de reconhecer o local onde os corpos estão sepultados, eu tiro por base José do Egito, quando estava no Egito e recomendou seus descendentes que uma vez voltando para sua terra, levassem junto seus restos mortais. Da mesma forma foi com Jacó, já na idade bem avançada, com mais ou menos 120 anos, não enxergava mais, no entanto fez com que José colocasse sua mão na coxa e jurasse que levaria seu corpo para ser sepultado junto a seus pais, Abraão e Isaque, na terra prometida e José confirmou.
Perceba, que não tem nada a ver com idolatria, entenda que memória é uma coisa, idolatria é outra. O crente não pode ser idolatra, mas encontra razão de conservar sua memória e por conseguinte exercer sua fé com valores, não só nessa vida, mas para a eternidade. Por que Paulo mesmo disse que se nós crêssemos só nessa vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.
Nesse dia especial, conserve a memória de seus ente queridos, todos nós temos.
Que Deus abençoe

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